segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Crítica para "Sugar & Spice"


Fuçando, achei a crítica do álbum da nossa diva em um blog, www.celebritybug.blogspot.com , pra variar alguns pontos que discordo, mas lá vai:


Após romper com a Motown, que nunca lançou "Liberation", a sensação do R&B Mýa está de volta com "Sugar & Spice", lançado exclusivamente no Japão via Manhattan Records.
A dançante "Must Be The Music", que vai de encontro com "Don't Stop the Music" da Rihanna, inicia em um bom ritmo com a ajuda das batidas eletro e letra que pega."Sold on your love", assim segue, "One 4 U" continua essa tendência, entretanto em ambas Mya parece estar retida e sem expressar tudo o que pode vocalmente.
"Almost Naked" é apenas tão sexy como seu título sugeriria, enquanto "Ego Trippin'" traz alegria ao escutar, assim como quando vazou originalmente em 2007.
"Shy Guy" é um remake dos anos 90 da musica de Diana King. É uma interpretação hipnoticamente pop e surpreendentemente Mya revive completamente a faixa com facilidade.
"Cry No More" e "Money Can't Buy My Love" estão entre outros pontos altos.
A faixa produzida por Ne-Yo, "Paradise", é excessivamente fraca para ser oferecida, e Mya a escolheu pra ser o lead single, o que explica o fato de sua carreira estar em constante declínio. Os funk's "Lets go to war" e "Back 2 Disco" aumentam a lista de catástrofes, enquanto Sean Paul falha ao salvar o já desastre "Paradise" na versão Remix.
Acima de tudo, "Sugar & Spice" é facilmente o melhor álbum dela desde o auto-intitulado "Mýa" em 1998. Apesar de o álbum ser sólido, dá a impressão que Mya é ainda um bebê passarinho que não está completamente pronta pra abrir as asas e voar. Vocais simples, sem emoção, sem paixão, sem direção, e sente-se tremendamente o fato que, diferente de suas colegas Brandy e Monica, não existe um sentimento de conexão entre ela e as faixas. Valeu o esforço, mas o mesmo de sempre.

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